1º ano do Minha Casa, Minha Lida

1º ano do Minha Casa, Minha Lida

Hoje é aniversário do blog! As semanas têm passado tão rápido, que nem me dei conta de que esta data se aproximava… e, agora, estamos nela: 4 de julho. Eu não imaginava que chegaria até aqui, sabia? Pensava que logo me cansaria de escrever (porque no início é bem difícil, né? A gente fala sozinho rs!)… mas tenho tanto prazer em compartilhar minhas coisas por aqui que posso estar cheia de tarefas pra fazer, mas arranjo um tempinho pra dividir minhas dicas e dúvidas. 
Neste ano, tivemos algumas séries legais no blog. A “Nossa casa, nossa lida”, com alguns convidados como minha mãe, Sonia, meus amigos Pablo, Douglas, Mariana, Gabi e minha tia Estela. Então, veio a “Imagens da Semana”, a cada segunda-feira, com temas variados – agora, estamos nas cores. Nossa “Sexta-gourmet” tem sido sucesso desde o início. A receita de brevidade, ensinada pela minha sogra, ainda é um dos posts mais vistos por aqui. Recentemente, duas séries ganharam espaço nas nossas semanas: a “Sair da casa dos pais”, que terminou semana passada, e a “Signos e decoração”, que chega ao fim daqui duas semanas.
Outras duas séries que temos, escritas por duas amigas, são a “Dicas da nutricionista”, com a Letícia Castilho, e a “Dicas da arquiteta”, com a Jessica Veloso. As duas são muito importantes na história do blog. Assim como você, eu também aprendo muito com as duas! Leio os textos que elas me enviam antes de publicá-los e fico boba de ver como a gente, na verdade, não sabe nada, né? A vida ensina – e pra minha sorte tenho muita gente ao meu redor disposta a me ensinar!
Com o blog, conheci bastante gente legal, como a Helka, do Forma:Plural, a Maria, do M de Maria Ateliê, a Bel, do Casa Bela Blog, a Ju, do Casa de Amados, a Tássia, do Coisas de Tássia, a Carlinha, do Ctrl Moda, a Paulinha, do For Ladies Blog… Esqueci alguém? Desculpa! Mas, graças a Deus, tem bastante gente especial nesse mundo dos blogs, né, gente? Fora o pessoal que não tem blog, embora sempre apareça pra fazer um movimento. Colegas que se tornaram amigas por causa do blog, que pedem conselhos, que dão conselhos… Fico muito contente!

(imagem)
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Quero agradecer a cada um que passa por aqui diariamente ou que passa de vez em quando. Faça de conta que fui eu quem fiz esse bolo aí de cima e agora faça de conta que te dei um pedação dele :) É pra agradecer pela companhia, pelos ensinamentos, pela paciência… Obrigada por me ensinar tanto, às vezes mesmo sem saber que está fazendo isso.
Como eu disse no primeiro post que fiz, no primeiro dia de blog, estou aqui pra aprender e conto com a sua participação sempre que possível, pois é assim que minha casa fica mais bonita, minha vida fica mais prática, meu dia a dia se torna mais leve… Sinceramente, obrigada!

Obs.: genteeee! Esse post era pra ser amanhã, dia 4, que é o dia do aniversário do blog, mas eu estava tão ansiosa que programei a data errada rs! Faz de conta que hoje é dia 4, tá? rs Se você leu ali em cima “dia 4” não se preocupe, pois não é você quem está louco hahaha! Obrigada mesmo assim, pessoal! De coração!

Beijo,
@marianagatzk

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Nossa Casa, Nossa Lida Internacional

Nossa Casa, Nossa Lida Internacional

Oi, gente!
Há algum tempo, o Wesley me deu uma sugestão aqui pro blog que eu achei bem legal: falar sobre casas e lidas pelo mundo afora. É legal conhecer as demais culturas por meio das suas formas de moradia, não é? 
Eu gostei bastante da ideia e me animei ainda mais depois de ler uma matéria da revista Casa Claudia de dezembro, falando sobre as casas brasileiras e sobre como o brasileiro gosta de receber. Tem um trecho que gostaria de compartilhar com você, caso ainda não tenha lido: “A palavra decoração vem mesmo de onde ela diz: do coração. Decorar é uma expressão de amor, sensibilidade e cuidado. ‘Para o brasileiro, a casa simboliza um lugar de felicidade. O lar é onde dorme o companheiro ou a companheira, onde se criam os filhos, onde se saboreiam o peixe pescado no rio ou a linguiça defumada feita no fogão a lenha’, diz o fotógrafo Valdemir Cunha [produtor do livro Brasil Invisível]”. Legal, não é?
Aí fiquei pensando: se é assim que nós brasileiros idealizamos a sensação de lar, como é que fica quando estamos fora de nossa casa e de nosso país? Quais serão as diferenças mais chocantes? Será que ultrapassadas as barreiras territoriais existe uma casinha assim como a minha e como a sua?
É o que vamos tentar descobrir com a série “Nossa Casa, Nossa Lida Internacional”.

Pra começar, como a sugestão veio dele, cá está o namorado desta que lhe escreve: Wesley, o intercambista que se arriscou a conhecer um novo mundo chamado Lisboa (em Portugal) e hoje conta um pouquinho do que se lembra (pois a viagem aconteceu a mais de dois anos) sobre as construções e a vida lusa.

Ahhhh, Lisboa!!! Lembro-me perfeitamente das primeiras impressões que tive da capital portuguesa. Com a cabeça grudada na janela do avião, tentava desbravar as vielas e os monumentos arquitetônicos tão familiares no Google Maps. Era igual? Não. Mas só percebi isso depois que paguei uns euros a mais para o taxista me levar do aeroporto à Cruz Quebrada (bairro onde morei) por um caminho que eu pudesse ver melhor a cidade. Os 20 minutos de percurso me apresentaram casas pequenas e centenárias; ruas beeeem estreitas, com predinhos velhos de no máximo quatro andares (quase todos com varal na janela); monumentos imensos feitos de pedra, herança dos povos iberos que viveram lá na pré-história europeia.
Ora pois, mas nada como a casa da gente! Vivi seis meses em uma residência universitária. Quase 70 pessoas moravam lá. Era uma construção com três andares, sete quartos por andar e uma média de três pessoas em cada quarto. No começo, achei que seria ruim morar nessa casa. Engano. Se eu não fosse para  lá, o intercâmbio não teria sido tão bom! Era como se uma família enorme morasse no mesmo lugar. E a cozinha, claro, era o ponto de encontro. Aliás, os portugueses têm um costume diferente de nós que tem a ver com a cozinha: quando alguém “faz anos”, o aniversariante prepara um jantar para os amigos na própria casa e depois saem para a balada. Em Portugal, é comum ir na casa dos outros.
Outro aspecto diferente é que lá as residências têm calefação, que é tipo um ar condicionado, só que a gás, que mantém o ambiente aquecido e muito aconchegante! E é assim, aliás, que eu defino Lisboa: uma cidade aconchegante. Espero que ela volte a ser minha casa de novo!!!

Esta é a Lisboa que Wesley conheceu durante os seis meses que morou lá, de agosto de 2009 (ou seria setembro?) a fevereiro de 2010. Algumas coisas são semelhantes às do Brasil, embora aqui em Curitiba sejam um pouco diferentes. Na cidade onde nasci, Jacarezinho (no norte do Paraná), e na qual eu cresci, em Santo Antônio da Platina (ao lado de Jacarezinho), também é muito normal visitar e posar na casa dos amigos e fazer jantares na cozinha de casa no dia de aniversário. Mas é engraçado pensar que os costumes da “minha casa”, que fica a 400 km de Curitiba, sejam mais parecidos com os de Lisboa, a um oceano de distância.
Talvez, na verdade, nem precisemos ir muito longe pra encontrar semelhanças e diferenças no jeito de morar brasileiro. Então, já que estamos aqui pertinho, te pergunto: como é aí na sua casa? O que te atrai nela? Qual a sensação de retornar ao lar após uma longa viagem ou até mesmo um curto passeio?
A estrutura pode ser a mesma, todas com seu quarto/banheiro/sala/cozinha (umas mais, outras menos), mas o que difere a nossa casa como nossa é o carinho que a ela entregamos. Concorda?

Bom começo de semana,
Mariana

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