Receita: crepe francês

Receita: crepe francês

Oi, gente!

Adoro nossos posts com receitas! É que eu adoro cozinhar coisas diferentes (qualquer coisa que não seja arroz, feijão e carne). Mas pra mim receita tem que ser prática, se não desanimo. Você também é assim?

A receita de hoje é um crepe francês que encontrei no livro “Como ser uma parisiense – em qualquer lugar do mundo” (Sophie Mas, Audrey Diwan, Caroline de Maigret e Anne Berest). Tem mais receitas bacanas nele, da maionese à sobremesa, tudo típico da França, especialmente de Paris. Vou contar um segredo pra você: meu sonho é morar em Paris. <3 Mudar de mala e cuia e passar a vida tomando café nos bistrozinhos pelo caminho (porque sonhar faz bem!). Enquanto isso não acontece, vou comprando todos os livros e filmes que encontro pela frente sobre o assunto. haha

como ser uma parisiense

O crepe francês é aquele fininho tipo panqueca (eu ainda não fiz panqueca, mas minha mãe disse que os ingredientes também são parecidos com os da panqueca, com a diferença de que esse crepe não vai pro liquidificador e ele tem que ser beeem fininho, mesmo, se não fica borrachudo).
Fiz a massa ontem (sábado) e usei só um pouco; deixei o restante na geladeira pra ver como ela estaria no dia seguinte (no caso, hoje). E estava ótima! A família toda comeu e adorou! (responsa cozinhar pra vó, né? Sacanagem! Sorte minha que ela aprovou).

Ingredientes

  • 250 g de farinha de trigo peneirada
  • 3 ovos
  • 1 col. (sopa) de óleo (não pode ser azeite)
  • 3 col. (sopa) de açúcar
  • 1 pitada de sal
  • 2 col. (sopa) de água
  • 1/2 litro de leite
  • 1/2 copo de cerveja

O preparo é bem simples: é só misturar todos os ingredientes MENOS o leite e a cerveja, que vão por último. O leite deve ser acrescentado aos poucos, até a massa ficar homogênea. Não sei se eu fiz alguma coisa errada, mas tive a impressão de que foi difícil de dissolver a massa no leite… Precisei mexer bastante até que deu certo (e usei só 400 ml do leite). Só então acrescentei a cerveja e mexi mais um pouco.

A massa fica bem líquida e precisa descansar por pelo menos 1 hora antes de fazer os crepes (eu deixei fora da geladeira e deu tudo certo).

crepe frances (2)

Pra fritar: unte uma frigideira com um fio de óleo, deixe o fundo ficar bem quente e coloque uma concha rasa da massa na frigideira. Não adianta lotar a concha, porque o crepe é gostoso fininho. Deixe durante um minuto de um lado, então vire o crepe pra ficar mais um minuto do outro lado. Ele tem que ficar moreninho.

DESAFIO: não vire o crepe com a espátula. Jogue-o pra cima. Eu fiz, gente. Se eu consegui, você também consegue. Truque: com a espátula, solte as laterais do crepe e deixe-o na pontinha da frigideira. Vai ficar mais fácil de acertar.

A massa fica bem leve e você pode servir com vários recheios diferentes (eu comi de 4 sabores diferentes… só no primeiro dia. Hoje comi de outro sabor. #gordinhafeelings – pensando em uma desculpa pra nutricionista em 3, 2, 1… ).
Recheios usados por mim: mussarela, mussarela + salada de tomate com pepino, Nutella, sorvete de creme + geleia de framboesa, mussarela + chocolate. Todos ficaram muuuito gostosos, mas eu achei que no de Nutella faltou alguma coisa crocante pra dar volume na mordida, tipo nozes ou alguma fruta.

crepe frances (1)

A montagem também fiz de 3 jeitos diferentes: na foto de cima, coloquei a bola de sorvete sobre o crepe aberto; na com o recheio de mussarela, só dobrei o crepe ao meio; hoje, com a de chocolate, enrolei tipo panqueca. Dá pra soltar a criatividade!

Ah, e você não esqueça de me mandar a foto do seu crepe, tá? Pode ser pela fan page, por email (minhacasaminhalida@gmail.com), pelo Facebook, me marcar no Instagram (@marianagatzk)… Quero saber como ficou! E também quero receber suas dicas. Se você já testou essa receita, se conhece outra melhor, se tem algum ingrediente secreto cuja hora da revelação chegou… Me conta tudo!

Até a próxima,
Mariana.

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Gourmet: você come frutas?

Gourmet: você come frutas?

Tem coisas que assustam a gente, né? Histórias de assalto, monstros escondidos embaixo da cama, pessoas capazes de atos insanos… Recentemente, o que me assustou foi um dado da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização Panamericana da Saúde (Opas): pelo menos 60% das mortes do mundo poderiam ser adiadas se as pessoas adotassem hábitos mais saudáveis em sua vida – como consumir 5 porções de vegetais ao dia (CINCO! #caradeespanto).

Eu não passo nem perto disso. Primeiro, não acho que frutas, saladas, vegetais e verduras tenham sabores incríveis. Segundo: é muito mais prático carregar um pacote de bolacha na bolsa do que uma laranja. Minhas justificativas são puramente baseadas na preguiça. Mas diga aí: você não tem preguiça, também? Não acha mais prática a alimentação industrializada?

Foi na tentativa de me alimentar melhor que busquei algumas dicas e encontrei uma matéria bem legal da revista Viva Saúde falando sobre o assunto (aqui). Segundo ela, devemos dar atenção a 3 itens, que listo abaixo (e em frente coloco meu ponto de vista) pra tornarmos este consumo um hábito:

  1. Evite comprar uma grande quantidade de vegetais de uma vez. OK, evito. Mas aí preciso ir ao mercado/feira dia sim, dia não, e sei que não farei isso. Ou seja, ficarei sem os vegetais de qualquer jeito.
  2. Prefira vegetais da estação. Tem que fazer uma listinha e colar na geladeira.
  3. Deixe as frutas sempre à vista. Deixo, mas parece que nunca as enxergo quando tô com fome.

Agora, me diga: como é que você faz para comer frutas? Que não sejam as cinco porções recomendadas por dia, que seja uma porção, como você faz? Sem mãe pra dar uma forcinha no preparo das refeições, sem outros moradores pra dividir as uvas e não vê-las estragar, sem pai pra exigir o prato de saladas limpo ao fim do almoço… Tô exagerando? Será que sou um caso perdido?
Bom, se você tiver a receita, adoraria conhecê-la, pois realmente me assustei com os tais 60%.

Update 1: o post sobre as frutas de inverno foi feito! É só clicar aqui.
Update 2: descobri que lavar as frutas antes de guardá-las na geladeira não é tão bom assim, gente! Veja mais sobre o assunto, aqui.

Até mais,
@marianagatzk

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