A sociedade de consumo

A sociedade de consumo

Supermercado. Todos nós já pisamos em um. Este, aliás, é um dos grandes passos que aprendemos a dar quando saímos da saia da mãe. É a partir deste momento, pelo menos com a maioria das pessoas, que nos damos conta do valor de cada coisa; é quando aprendemos que não dá para comprar leite condensado ou bolacha recheada toda semana; é quando viramos melhores amigos da calculadora e das promoções e contamos as moedas para comprar todo o necessário, primeiro, para então pensar no chocolatinho do corredor do caixa. É uma fase muito importante, que nos faz amadurecer e criar consciência.

Lendo uma matéria no site da revista Superinteressante, pensei que, na verdade, ainda falta muito para criarmos consciência. Nosso consumo se dá, muitas vezes, de maneira desenfreada. Nem sempre temos dinheiro, mas acreditamos precisar de certas coisas e isso nos estimula (quando não nos obriga) a estourar o limite do cartão, a deixar de pagar contas importantes para “sobrar” dinheiro para uma guloseima… Sim, a gente é assim.

E tem um vídeo, produzido por um artista paulistano chamado Eduardo Srur e pelo diretor de filmes Fernando Huck, que toca neste assunto (aliás, é sobre este vídeo que a Lydia Cintra escreveu na matéria da Super que linkei acima). Achei bem impressionante.

Não sei dizer realmente o que o artista quis expressar com esta “bagunça”, mas o que entendi é que somos exagerados em nosso consumismo, além de sermos muito passivos em relação às marcas. Compramos o que está à nossa frente e raras são as vezes em que nos questionamos sobre o produto que levaremos para a casa e para o corpo. Confesso que não gostaria de me sentir assim.

Por isso, me proponho a rever minhas compras nos supermercados. Já tem um tempo que decidi visitar o Mercado Municipal com mais frequência, em busca de alimentos mais frescos, de produtores locais. Produtos naturais, muitas vezes nem embalados. É mais difícil? Sim. Mas há de valer a pena.

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6 comentários sobre “A sociedade de consumo

  1. Os mercadinhos de bairro costumam ser uma excelente opção. Ultimamente, por uma questão de falta de tempo mesmo, descobri vários armazéns perto de casa com produtos fresquinhos e, melhor: os caras entregam :D. Beijo

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    1. Essa é outra discussão que acho interessante: o quanto a vida moderna (digo na sentido da correria e da falta de tempo) nos rouba? Vejo por mim: vou ao supermercado e perco 20 minutos apenas na fila do caixa! Fora que os mercados são enormes, com uma infinidade de produtos que me fazem olhar rótulo por rótulo (porque sou dessas chatas), e aí perco mais tempo andando pelos corredores que parecem não ter fim. #desabafo Mercadinho de bairro, como você citou, realmente me parece uma boa opção. Talvez mais cara, com menos variedades, mas com a vantagem de você conhecer o atendente, confiar na origem das frutas e tudo mais.

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